Vitamina D na gravidez

A gestação é um processo intenso, que pode ser ainda mais maravilhoso se existe o suporte nutricional adequado para suas demandas únicas. Um dos nutrientes mais importantes para a saúde em geral, mas em especial neste período, é a vitamina D. Ela atua na formação óssea do feto e está ligada a riscos menores de nascimento prematuro e pré-eclâmpsia. Por outro lado, a interrupção na ingestão de pílulas anticoncepcionais pode levar a uma redução nos níveis da vitamina D na gravidez. Saiba neste texto como isso ocorre e por que deve ser revertido.

Anticoncepcional e vitamina D

Quando as mulheres deixam de tomar pílulas anticoncepcionais, seus níveis de vitamina D podem cair, de acordo com pesquisa federal dos Estados Unidos, através do National Institutes of Health (NIH). Para o estudo, foram analisados dados do Study of Environment, Lifestyle & Fibroids, uma pesquisa de saúde reprodutiva realizada em cerca de 1.700 mulheres afro-americanas entre as idades de 23 e 34 anos. Os pesquisadores descobriram que o uso de pílulas e adesivos anticoncepcionais, bem como anel vaginal, contendo estrogênio, estavam associados a um aumento de 20% nos níveis de vitamina D. Esse nível caiu drasticamente depois que elas pararam de usar contracepção.

“Para as mulheres que vão parar de usar o controle de natalidade vale a pena tomar medidas para garantir que os níveis de vitamina D estejam adequados no período pré-concepcional e durante a gestação”, afirmou o estudo. 

Benefícios da vitamina D na gestação

Quando em níveis adequados, a vitamina D pode reduzir os riscos de diabetes gestacional, nascimento prematuro e pré-eclâmpsia. Estudos revelaram redução de 60% na pré-eclâmpsia, de 50% no diabetes gestacional e de 40% no parto prematuro em gestantes com os níveis ideais de vitamina D. A falta de níveis adequados de vitamina D durante a gravidez também pode prejudicar a absorção de cálcio, importante para a formação do esqueleto fetal. 

Além disso, níveis baixos de vitamina D estão associados a uma maior incidência de depressão. Estudo já encontrou efeitos positivos da suplementação de vitamina D comparáveis aos efeitos de antidepressivos.

Outras vitaminas recomendadas para gestantes

Além da vitamina D, há outras vitaminas que merecem atenção das gestantes. A ingestão do ácido fólico (vitamina B9) durante a gravidez está relacionada à rápida proliferação celular, à regulação da expressão genética no bebê, ao metabolismo de aminoácidos e à síntese dos neurotransmissores pelo bebê. Também é importante para a saúde materna, podendo ajudar na prevenção ou minimização da depressão pós-parto.

A vitamina E é um importante antioxidante que ajuda a defender as células. Além disso, foi constatado que níveis elevados de concentração de vitamina E durante o nascimento estão associados com melhor função cognitiva em crianças de 2 anos. A carência deste antioxidante durante a gravidez é associada ao aumento de infecções, anemia, nanismo, aborto, desordens neurológicas e outras condições patológicas para a mãe e/ou o bebê, o que faz dela uma das principais vitaminas para gestantes.

A colina é um nutriente essencial, presente em alimentos como fígado, carne bovina, peixes, amendoim e gema de ovos. Um aumento de sua necessidade aparece durante a gravidez e lactação, porque a colina é necessária para a produção da lipoproteína fosfatidilcolina — componente de todas as membranas celulares. Além disso, ela desempenha um papel central no desenvolvimento cerebral da criança, em especial na área do hipocampo e encéfalo frontal (regulação da memória e atenção), antes e após o nascimento.

Outra vitamina importante para este período é a B6, também conhecida como piridoxina. Ela tem diversas funções no corpo, incluindo a formação do sistema nervoso e de células vermelhas do sangue. Atua também como esteroide hormonal (relacionada ao colesterol) e na síntese de ácido nucleico.

 

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Fonte: Essencial Nutrition

 

* Nota: Você deve sempre consultar um profissional de saúde, antes de tomar qualquer suplemento dietético, nutricional, herbal ou homeopático. O Armazem-Virtual.com não garante, nem se responsabiliza, pelas informações fornecidas neste site de fontes diversas em relação às preferências relacionadas a suplementos para todas as condições de saúde. Portanto, antes de iniciar qualquer dieta, exercício ou programa de suplementação, consulte um profissional de saúde. O Armazem-Virtual.com não garante, expressa ou implicitamente, os produtos ou serviços vendidos, incluindo garantias de comercialização e adequação a uma aplicação específica.

Pessoas com baixos níveis de ocitocina(oxitocina) apresentam empatia reduzida

As pessoas que sofrem de condições médicas que reduzem os níveis de ocitocina sofrem mais dificuldades ao executar tarefas que exigem empatia, de acordo com uma nova pesquisa apresentada na conferência anual da Society for Endocrinology, em Brighton, Inglaterra. A pesquisa é a primeira a estudar seres humanos com nível reduzido de ocitocina e sugere que a reposição hormonal poderia melhorar o bem-estar psicológico dessas pessoas.

 

A oxitocina é freqüentemente referida como o ‘hormônio do amor’ devido ao seu papel nos comportamentos humanos, incluindo excitação sexual, reconhecimento, confiança, ansiedade e vínculo mãe-bebê. É produzido pelo hipotálamo – uma área do cérebro que controla o humor e o apetite – e armazenado na glândula pituitária, um órgão do tamanho de uma ervilha que fica na base do crânio.

 

Pesquisadores da Universidade de Cardiff investigaram o comportamento empático em pessoas que suspeitavam ter níveis reduzidos de oxitocina devido a uma das duas condições médicas causadas em resposta à cirurgia hipofisária.

 

O estudo avaliou 20 pessoas com diabetes insípido craniano (CDI). No CDI, o corpo tem níveis reduzidos de ADH – uma substância química também produzida no hipotálamo e estruturalmente muito semelhante à oxitocina. Eles também avaliaram 15 pessoas com hipopituitarismo (HP), uma condição em que a glândula pituitária não libera hormônios suficientes. Esses dois grupos de pacientes foram comparados a um grupo de 20 controles saudáveis.

Os pesquisadores deram a todos os participantes duas tarefas destinadas a testar a empatia, ambas relacionadas ao reconhecimento da expressão emocional. Eles também mediram os níveis de oxitocina de cada grupo e descobriram que os 35 participantes CDI e HP tinham uma oxitocina ligeiramente menor em comparação com os controles saudáveis, embora uma amostra maior seja necessária para estabelecer a significância estatística. Eles também viram que os grupos CDI e HP tiveram um desempenho significativamente pior nas tarefas de empatia, em comparação com os controles. Em particular, a capacidade dos participantes do CDI de identificar expressões foi prevista por seus níveis de oxitocina – aqueles com os níveis mais baixos de oxitocina produziram os piores desempenhos.

“Este é o primeiro estudo que analisa a baixa oxitocina como resultado de distúrbios médicos, em oposição aos psicológicos”, disse Katie Daughters, pesquisadora principal. “Se replicados, os resultados de nossos grupos de pacientes sugerem que também é importante considerar as condições médicas com risco de baixos níveis de oxitocina.”

“Pacientes que se submeteram a cirurgia hipofisária e, em particular, aqueles que adquiriram CDI como consequência, podem apresentar níveis mais baixos de ocitocina. Isso pode impactar seu comportamento emocional e, por sua vez, afetar seu bem-estar psicológico. Talvez devêssemos considerar a introdução de verificações do nível de oxitocina nesses casos. ”

Os pesquisadores esperam expandir seu estudo a fim de replicar e confirmar suas descobertas. Este estudo apresenta apenas resultados preliminares e não foi revisado por pares.

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Fonte: PsyPost.org

 

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PEPTÍDEOS DE COLÁGENO X ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

Estudos evidenciam que os peptídeos de colágeno são absorvidos facilmente pelo corpo e que podem ser eficazes para cuidar da pele e evitar o envelhecimento da pele.

A pele, nossa principal barreira ao ambiente externo, está diariamente exposta e sujeita às condições ambientais e ao processo de envelhecimento cutâneo natural. Além disso, ela também é afetada por agentes externos, como:

  • Exposição crônica ao sol
  • Tabagismo
  • Estresse
  • Falta de sono

Aceleram a formação de rugas, o aparecimento de manchas e espessamento da pele.

Adotar uma rotina nutricional adequada e balanceada, com a presença de elementos cruciais à sua manutenção, é a principal e mais eficaz estratégia para manter uma pele saudável. Porém, a alimentação pode não ser suficiente para fornecer a quantidade ideal de nutrientes que nosso organismo precisa, e, a partir de 30 anos, a capacidade do organismo de se reabastecer de colágeno naturalmente diminui cerca de 1,5% ao ano.

A RELAÇÃO DO COLÁGENO COM O ENVELHECIMENTO CUTÂNEO

 

As fibras de colágeno se quebram provocando efeitos nas articulações ou conferindo uma aparência flácida e envelhecida à pele. Por isso, uma forma de ajudar a regeneração do colágeno é fornecer seus precursores através de suplementação para que o organismo produza o que foi desgastado.

Nesse sentido, o colágeno é a proteína mais abundante do corpo humano, representando 25% do total de proteínas. Como maior constituinte do tecido conectivo – pele, cartilagens, tendões, ossos – sua importância é enorme para a saúde cutânea e das articulações.

As propriedades únicas das fibras de colágeno proporcionam integridade estrutural à pele. O colágeno e a elastina formam também a matriz extracelular – substância que preenche o espaço entre as células do tecido conjuntivo e confere estrutura, elasticidade e firmeza à pele.

OS EFEITOS DOS PEPTÍDEOS DE COLÁGENO

 

Pesquisas clínicas avaliaram os efeitos do uso diário de suplementação de peptídeos de colágeno tipo I em mulheres acima de 40 anos de idade.

Os peptídeos de colágeno são o colágeno hidrolisado, com tamanho molecular reduzido, capazes de prevenir e reverter os sinais de envelhecimento cutâneo.

Logo, quanto mais cedo cuidarmos de nossa saúde, mais qualidade de vida teremos para envelhecer com vigor. Procure um médico ou nutricionista para orientá-lo! 

 

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Fonte:  Essential Nutrition (adaptado) 

 

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Tireoide saudável é tão importante para nosso corpo

tireoide saudável importante para nosso corpo

Manter uma tireoide saudável é  importante para nosso corpo e precisa ser prioridade para cada um de nós. No entanto, pouco sabemos sobre essa glândula tão importante ao bom funcionamento do nosso organismo. O que as pessoas costumam saber é que a mesma fica na garganta, mas pouco entendem sobre a sua função.

 E qual a função da tireoide?

A tireoide é a glândula responsável por regular o funcionamento de todos os órgãos do nosso corpo graças à liberação dos hormônios T3 e T4. 

Quando a tireoide fica desregulada, pode liberar hormônios em quantidade excessiva ou insuficiente. Logo, excesso ou falta de T3 ou T4 podem causar, respectivamente, hiper ou hipotireoidismo. Há uma predisposição genética associada a possíveis fatores ambientais. Tais fatores causam  alterações hormonais em pessoas com essa predisposição.

Problemas na alteração do hormônio

A alteração na produção desses hormônios pode interferir em ciclos menstruais, fertilidade, desenvolvimento de crianças e adolescentes, peso, memória, concentração, humor, pele, cabelos, funcionamento intestinal, disposição, sono e sistema cardiovascular.

Para saber se existe alguma alteração na tireoide é preciso dosar os hormônios tireoidianos, o TSH e realizar um ultrassom da glândula. Por isso, dependendo de cada caso, pode haver vários tipos de tratamento. Estes tratamentos podem ser por meio de reposição hormonal no hipotireoidismo e no hipertireoidismo controlando a hiperprodução hormonal com medicamentos, radioiodoterapia ou cirurgia.

E como manter a tireoide saudável?

A tireoide possui um papel fundamental na regulação do organismo como um todo. Logo, é importante saber o que comer para ajudar a mantê-la saudável. Por isso,  manter a tireoide saudável é importante para nosso corpo.

Algumas dicas de alimentos:

Ômega-3: semente de linhaça, abacate, sardinha, atum e salmão. Iodo: peixes de água salgada, frutos do mar e algas marinhas. Zinco: ostras, carne, amêndoas e amendoim. Selênio: castanha-do-pará, ovo.

Portanto, todos os nutrientes acima ajudam a formar os hormônios necessários ao equilíbrio da tireoide. No entanto, infelizmente nem sempre é possível conseguir todos esses nutrientes através da alimentação. Por isso, importante  que consulte um médico para  checar a possível necessidade de suplementar.

 

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Ubiquinol – Uma Forma Mais Avançada Do Nutriente Produtor De Energia CoQ-10

Com quase 40 anos de pesquisas médicas mostrando sua importância no manejo de uma ampla gama de doenças graves, não é surpreendente que a CoQ-10 às vezes tenha sido descrita como “A vitamina milagrosa” e “A nova fonte da juventude”. Agora, uma nova forma de CoQ-10 chamada ubiquinol torna os benefícios da CoQ-10 ainda mais disponíveis para o corpo.
A coenzima Q10 (CoQ-10) é um nutriente semelhante a uma vitamina que está presente em praticamente todas as células do corpo e é um componente essencial da capacidade de cada célula de produzir energia. É também um poderoso antioxidante – uma substância química que “limpa” substâncias potencialmente nocivas.
Para entender como a CoQ-10 funciona, primeiro é necessário entender as mitocôndrias. Imagine que cada célula do seu corpo é um carro. As mitocôndrias são os motores – ou produtores de energia – em cada célula que faz seu “carro” funcionar. É função da mitocôndria fornecer essa energia na forma de trifosfato de adenosina (ATP). É aqui que entra o CoQ-10. Para continuar a analogia com o carro, o CoQ-10 é o óleo que permite que o motor funcione. A CoQ-10 é o catalisador que possibilita que a mitocôndria produza ATP, a molécula da qual dependem todas as funções celulares do corpo.

Por que o Ubiquinol funciona melhor

A CoQ-10 encontrada na maioria dos suplementos é chamada de ubiquinona. Para produzir energia celular, o corpo deve converter a ubiquinona em ubiquinol. É o ubiquinol que transporta elétrons através da mitocôndria e produz energia.
Jovens saudáveis ​​podem facilmente converter CoQ-10 em ubiquinol. Mas à medida que envelhecemos ou quando temos doenças crônicas, nossa capacidade de converter CoQ-10 em ubiquinol diminui. Essa diminuição da capacidade torna-se aparente por volta dos 40 anos, embora alguns cientistas sugerem que ela possa começar entre os 20 e poucos anos.

As implicações da deficiência de CoQ-10

Como a CoQ10 é tão essencial para o funcionamento adequado de todas as células do corpo, não é surpreendente que os pesquisadores tenham descoberto que uma deficiência de CoQ-10 pode estar ligada a uma série de doenças diversas. Algumas das doenças nas quais baixos níveis de CoQ-10 podem estar implicados incluem:

  • Doença cardíaca
  • Encefalomielite miálgica / Síndrome de fadiga crônica (EM / CFS)
  • Fibromialgia
  • Doença de Lyme
  • Câncer
  • Mal de Parkinson
  • Alzheimer
  • Enxaqueca

Pequenas quantidades de CoQ-10 podem ser encontradas em alimentos, principalmente carnes e peixes. As maiores quantidades são encontradas em carnes orgânicas (coração, fígado, rins), bem como em carne bovina, óleo de soja, sardinha, cavala e amendoim. A CoQ-10 também é sintetizada nos tecidos corporais. Em indivíduos saudáveis, a combinação de ingestão alimentar e biossíntese funcionam para manter os níveis normais de CoQ-10.

Por que tantas pessoas parecem ter deficiência de CoQ-10?

Ninguém sabe ao certo. Provavelmente, existem várias causas. Talvez a ênfase nos últimos anos em comer menos carne vermelha, bem como hábitos alimentares geralmente inadequados, tenham contribuído para reduzir nossa ingestão alimentar de CoQ-10. E uma série de outros fatores, como toxinas ambientais, doenças crônicas e alguns medicamentos prescritos podem contribuir para o comprometimento da capacidade do corpo de sintetizar CoQ-10.

CoQ-10 e o coração

Devido às suas altas necessidades de energia, o coração e o fígado contém o maior número de mitocôndrias por célula e, consequentemente, precisam de uma concentração muito alta de CoQ-10 para funcionar corretamente. Por causa disso, muitas das pesquisas com CoQ-10 se concentraram nas doenças cardíacas.

A cardiomiopatia (inflamação / enfraquecimento do músculo cardíaco) é outra forma de doença cardíaca que se beneficia da suplementação com CoQ-10. Em um estudo clínico de seis anos, 85 por cento dos pacientes com cardiomiopatia suplementados com CoQ-10, além de seus tratamentos convencionais, melhoraram em uma ou duas classes da NYHA (classificação funcional da New York Heart Association para os quatro estágios da insuficiência cardíaca). 

A CoQ-10 também parece ser benéfica no controle da hipertensão (pressão alta). Em um estudo com 109 pacientes, 51 por cento conseguiram parar de tomar entre um e três medicamentos anti-hipertensivos em média 4,4 meses após o início da suplementação com CoQ-10. 

A Fibromialgia – Conexão CoQ-10

Um grupo de pesquisadores espanhóis abriu caminho no estudo da relação entre a disfunção mitocondrial e os níveis de CoQ-10 na fibromialgia. Seu primeiro estudo descobriu que a quantidade de CoQ-10 encontrada nas células do grupo de fibromialgia foi 40% menor do que nos controles saudáveis. 

Posteriormente, eles conduziram um ensaio randomizado, duplo-cego e controlado por placebo para avaliar os efeitos de 40 dias de suplementação com CoQ-10 (300 µmg / dia) em 20 pacientes com FM. Os pacientes experimentaram reduções significativas na dor, fadiga, cansaço matinal e número de pontos sensíveis. (10) Vários estudos de caso de FM adicionais relatados por esses pesquisadores também resultaram em melhora notável dos sintomas após a suplementação com CoQ-10.

Descobertas semelhantes foram relatadas em 2013 por pesquisadores japoneses que estudaram pacientes com fibromialgia juvenil. Os 10 pacientes JFM testados tinham níveis significativamente reduzidos de CoQ-10. A suplementação com 100 mg / dia de ubiquinol CoQ-10 por 12 semanas resultou em aumento dos níveis de CoQ-10 e redução da fadiga.

O papel da CoQ-10 em outras doenças

Como uma deficiência de CoQ-10 pode afetar potencialmente todas as células do corpo, mais e mais pesquisas estão sendo feitas para determinar o papel que ela pode desempenhar em outras doenças. Estudos em animais e / ou humanos preliminares foram conduzidos para descobrir como a CoQ-10 pode funcionar no controle de uma série de doenças, incluindo: câncer de mama, melanoma, doença de Parkinson, doença de Huntington, Alzheimer e enxaqueca. (15-19) Todos tiveram resultados promissores indicando que a CoQ-10 pode ser útil no apoio à prevenção ou tratamento dessas doenças.

Como tomar Ubiquinol CoQ-10

A dosagem recomendada de Ubiquinol CoQ-10 é de um a dois 50 mg. cápsulas por dia. Verifique com seu médico antes de tomar mais de 100 mg por dia.

Enquanto o CoQ-10 padrão precisava ser tomado com uma refeição gordurosa, o Ubiquinol CoQ-10 se liga à água, facilitando a absorção e eliminando a necessidade de tomá-lo com alimentos gordurosos.

(Observação: indivíduos saudáveis ​​com menos de 25 anos podem facilmente converter CoQ-10 padrão em ubiquinol, mas se você tiver mais de 25 anos ou tiver uma doença crônica, o ubiquinol é a forma recomendada de CoQ-10.)

Em resumo

Ubiquinol CoQ-10 é muito superior ao padrão CoQ-10. Ele fornece ao corpo o tipo de CoQ-10 que está mais prontamente disponível para abastecer as mitocôndrias e produzir energia, porque não precisa gastar energia convertendo a CoQ-10 em sua forma utilizável.

 

Fonte:  ProHealth

 

* Nota: Você deve sempre consultar um profissional de saúde, antes de tomar qualquer suplemento dietético, nutricional, herbal ou homeopático. O Armazem-Virtual.com não garante, nem se responsabiliza, pelas informações fornecidas neste site de fontes diversas em relação às preferências relacionadas a suplementos para todas as condições de saúde. Portanto, antes de iniciar qualquer dieta, exercício ou programa de suplementação, consulte um profissional de saúde. O Armazem-Virtual.com não garante, expressa ou implicitamente, os produtos ou serviços vendidos, incluindo garantias de comercialização e adequação a uma aplicação específica.

 

 

 

Guia completo da vitamina C

A vitamina C é famosa por sua relação com o sistema imunológico, especialmente pela prevenção de gripes e resfriados. Porém, hoje se sabe que ela tem diversas outras funções no organismo, como participar da produção de colágeno, da absorção de ferro e do metabolismo das proteínas. Ao contrário da vitamina D, a vitamina C não é produzida pelo organismo, devendo ser ingerida através de alimentos ou suplementos. Descubra nesse texto quais são os sintomas da falta de vitamina C no organismo e conheça opções de ingestão para adultos e crianças.

 

O que é a vitamina C

A vitamina C recebeu este nome na primeira metade do século XX. Até então, esta substância  era conhecida como fator antiescorbútico, por seu histórico de sucesso no tratamento da doença que afetava, principalmente, marinheiros em longas viagens. A partir das pesquisas do químico Linus Pauling (ganhador do Prêmio Nobel), se descobriu a eficiência da vitamina C no combate a resfriados, gripes e outras viroses, o que acabou tornando a vitamina famosa no mundo todo. 

Em termos químicos, a vitamina C é uma vitamina hidrossolúvel e extremamente instável. Quando exposta ao ar, à luz ou à água, por exemplo, têm início reações químicas que a destroem. 

Funções da vitamina C no organismo 

Desde Linus Pauling, a vitamina C é um dos micronutrientes mais estudados, e sua principal e mais conhecida função está relacionada à prevenção e ao tratamento de doenças. Ela apoia várias funções celulares dos sistemas imunológicos inato (primeira linha de defesa do organismo) e adaptativo (que desenvolvemos após contato com agentes invasores). Ela também atua como um potente antioxidante, neutralizando radicais livres e combatendo quadros de estresse oxidativo. Pesquisas apontam que, com as células saudáveis protegidas da oxidação excessiva, se dificulta o aparecimento de doenças como Parkinson, catarata, senilidade, Alzheimer, degeneração muscular, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC) e até alguns tipos de câncer.

Além disso, inúmeras outras pesquisas investigaram a participação da vitamina C em outros processos do organismo. Até agora, se descobriu que ela auxilia no:

  • Metabolismo energético
  • Regeneração da forma reduzida da vitamina E
  • Metabolismo de proteínas e gorduras
  • Formação de colágeno
  • Absorção de ferro dos alimentos.

Importância da vitamina C para crianças

Por se exporem mais ao ambiente externo, as crianças estão mais suscetíveis a contrair gripes e resfriados, o que reforça a importância da manutenção de níveis adequados da vitamina C no organismo. Devido aos ferimentos comuns na infância e ao processo de cicatrização, a produção de colágeno é muito exigida, aumentando a demanda pelo nutriente entre as crianças. Outra característica comum às crianças, a vitalidade, tem influência da vitamina C, já que ela participa do metabolismo energético, que é o processo químico de produção de energia dentro do corpo. 

Importância da vitamina C para idosos

Além do envelhecimento natural, idosos muitas vezes apresentam uma dificuldade digestiva crescente. Com isso, podem deixar de fornecer ao organismo as quantidades adequadas de nutrientes. No caso da vitamina C, esta carência pode levar ao enfraquecimento do sistema imunológico e favorecer o adoecimento por gripes. Além disso, a falta de vitamina C pode dificultar a formação de colágeno, que é essencial no metabolismo do tecido conjuntivo, ósseo, cartilaginoso, importante para quadros de osteoporose à artrose dos ligamentos, assim como nos processos de cicatrização.

Sintomas de falta de vitamina C

O mais conhecido efeito da deficiência de vitamina C é o enfraquecimento do sistema imune, tornando a pessoa mais vulnerável a gripes e diversos outros tipos de doenças. Por isso, a repetição e duração prolongada de doenças, em especial doenças respiratórias, pode ser tomada como indício de deficiência de vitamina C no organismo. 

Quando em falta, a vitamina C pode também levar à dificuldade de cicatrização e a problemas nas gengivas e desestabilização dos dentes. Além disso, a carência de vitamina C está ligada a: 

  • Diminuição da força muscular
  • Fadiga
  • Sonolência
  • Irritabilidade
  • Perda de apetite.

Alimentos ricos em vitamina C

Pesquisas indicam que a fruta campeã na concentração de vitamina C é a brasileira camu-camu. Trata-se de uma rara fruta amazônica, que oferece, em média, 1.790mg de ácido ascórbico a cada 100g de polpa. Muitos outros alimentos são ricos em vitamina C, como a laranja, que fornece, em média, 70mg de vitamina C por unidade. Já a acerola oferece, em média, 822mg de vitamina a cada meia xícara. Outras fontes naturais são o morango, com média de 89mg de vitamina C por xícara, e o mamão papaia, com média de 87mg por xícara. 

Porém, ao se buscar a vitamina C em alimentos, é preciso saber que esta é uma vitamina muito sensível. Ela se degrada facilmente ao ser cozida, congelada ou mesmo exposta à luz, o que deve ser levado em consideração ao se buscar a vitamina em sucos ou alimentos pré-preparados. No caso do suco de laranja, por exemplo, a degradação da vitamina ocorre pelo contato com o oxigênio, a luz e a temperatura elevada. O ideal é consumir o suco sempre fresco ou, no máximo, até 4 horas após obtido, de preferência mantido em embalagem bem fechada, sob refrigeração e ao abrigo da luz.

Suplementos de vitamina C

Os suplementos de vitamina C são uma boa opção para quem tem dificuldade em garantir nos alimentos a ingestão dos valores diários recomendados do nutriente. Por serem revestidos com uma camada externa protetora, eles evitam a degradação da vitamina C no estômago e permitem que seja absorvida no intestino, com maior eficiência. Esta característica ajuda a garantir a ingestão dos níveis recomendados. 

Além disso, os suplementos de vitamina C são uma forma mais prática de ingerir a vitamina. Uma dose de 150mg de vitamina C, encontrada em bons suplementos infantis, equivale à quantidade de vitamina encontrada em:

  • 6 limões
  • 7 maracujás
  • 2,5kg de melancia
  • 3 laranjas-lima.  

Suplemento de vitamina C infantil

As vitaminas em goma se confirmam como uma boa opção para a suplementação em crianças. Isso porque podem assumir formas lúdicas, com cores, aromas e sabores variados, e assim contornar a dificuldade das crianças em engolir comprimidos de forma rotineira. Isso sem perder em eficiência para as tradicionais vitaminas em comprimido ou pastilha. 

Como identificar uma boa vitamina C infantil

Como nem todas as vitaminas em goma são iguais, a recomendação é que os pais saibam reconhecer as melhores opções. Para que se analise um suplemento vitamínico, a primeira recomendação é observar a concentração encontrada em cada goma da embalagem. Em relação à vitamina C, quando o objetivo é reforçar a imunidade, por exemplo, a recomendação média diária vai de 25 a 50mg por quilo de peso da criança, ou seja, são necessárias doses maiores que as habituais. Entre as opções no mercado, várias apresentam menos de 45mg por goma, ou seja, a criança precisaria ingerir muitas gomas por dia para atingir dosagens satisfatórias.

Quando isso acontece, outras questões podem surgir. Quando a fórmula contém açúcar, adoçantes artificiais, corantes artificiais ou saborizantes artificiais, estes itens também serão ingeridos de forma multiplicada, prejudicando a qualidade da nutrição geral da criança. 

Considerando a necessidade de nutrir a criança de forma eficiente e sem ingredientes indesejados, uma vitamina em goma ideal deve conter concentrações eficazes da vitamina e evitar o uso de açúcares e aditivos artificiais. 

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Fonte: Essencial Nutrition

 

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Sistema imunológico saudável

sistema imunológico

Manter nosso sistema imunológico saudável é fundamental independente de qualquer situação. Em tempos de pandemia, enfrentamos um grande desafio causado pela Covid-19 que pede da sociedade cautela para evitar possíveis idas aos hospitais. Evitar idas devido à infecção pelo novo coronavírus ou por outras causas diversas. Nessa nova rotina de cuidados especiais, não devemos esquecer de cuidar do que nos ajuda a combater as ameaças ao nosso organismo: o sistema imunológico. Continue lendo “Sistema imunológico saudável”

Benefícios da longevidade da vitamina K

benefícios da longevidade da vitamina K

Muitos são os benefícios da longevidade da vitamina K.  A vitamina K possui como função principal a participação na síntese de proteínas relacionadas com a coagulação do sangue e com o metabolismo ósseo. Ela ativa as proteínas nesta coagulação sanguínea, fazendo uma importante mudança na estrutura das proteínas.

 Esta vitamina se divide em k1, k2 e k3. A vitamina K1 encontramos em alimentos de origem vegetal, a k2 é produzida através da nossa flora intestinal e a k3 se apresenta em forma sintética produzida em laboratório. Esta, a K3 é usada nos suplementos, sendo bem absorvida pelo organismo.

Os muitos benefícios da vitamina K

A vitamina K além dos benefícios da sua longevidade, também  tem importância para a coagulação saudável do sangue, é responsável, também, por garantir que o cálcio seja depositado nos ossos. À proporção que envelhecemos, o cálcio pertencente aos nossos ossos começa a aparecer em outras áreas indesejadas,como dentro do revestimento das principais artérias. O termo utilizado é “endurecimento das artérias”, que hoje conhecemos como aterosclerose.

A deficiência desta vitamina tem relação com problemas como hemorragia e osteoporose. Além disso, a baixa quantidade dela no organismo pode causar sintomas como a presença de sangue em fezes e urina, manchas escuras na pele, saída de sangue pela boca, má-formação óssea e deposição de sais de cálcio na parede das artérias.

São fontes de vitamina K os seguintes alimentos:

  • Leite, ovo;
  • Óleos de canola e soja;
  • Folhas verdes: repolho, espinafre, nabo, acelga, brócolis, couve, alface;
  • Cebola, cenoura e pepino.

Importante

Dificilmente iremos ingerir vitamina K em excesso através da alimentação. O excesso, geralmente, ocorre devido ao uso da suplementação mal orientada. Isso pode hiperestimular a coagulação sanguínea e aumentar o risco de trombose. Portanto, vale ressaltar, que é fundamental, antes de fazer uso de suplementação de vitamina K, consultar um médico ou nutricionista. Esses profissionais irão orientar de maneira correta e segura sem colocar em risco sua saúde.

 

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* Nota: Você deve sempre consultar um profissional de saúde, antes de tomar qualquer suplemento dietético, nutricional, herbal ou homeopático. O Armazem-Virtual.com não garante, nem se responsabiliza, pelas informações fornecidas neste site de fontes diversas em relação às preferências relacionadas a suplementos para todas as condições de saúde. Portanto, antes de iniciar qualquer dieta, exercício ou programa de suplementação, consulte um profissional de saúde. O Armazem-Virtual.com não garante, expressa ou implicitamente, os produtos ou serviços vendidos, incluindo garantias de comercialização e adequação a uma aplicação específica.

 

O que são grãos ancestrais?

Não é novidade que os grãos são verdadeiros aliados da alimentação saudável. Fontes de vitaminas, minerais e proteínas, eles carregam muitos benefícios, que vão desde diminuir o colesterol até contribuir para o gerenciamento de peso.Mas, você sabe o que são os grãos ancestrais? 

Os grãos ancestrais são cereais plantados e colhidos da mesma forma há milhares de anos. Os mais comuns são quinoa, amaranto, chia, espelta, painço, sorgo e teff.  Eles mantêm as mesmas propriedades nutricionais de milênios – são alimentos ricos em proteínas de alto valor biológico, fibras, vitaminas e antioxidantes.

Tais grãos se diferem do trigo, milho e arroz, conhecidos como grãos modernos, que passaram por modificações genéticas e processos de hibridação ao longo do tempo. Os grãos ancestrais são integrais, enquanto os grãos modernos são encontrados mais facilmente em sua forma refinada, o que diminui suas propriedades nutricionais.

A diferença entre os integrais e os refinados está dentro da fábrica. Enquanto os primeiros não sofrem alteração em seus nutrientes, os refinados passam por diversos níveis de processamento, que alteram suas características originais. 

Nesse processo, muitos nutrientes são eliminados, ao mesmo tempo em que aditivos químicos são adicionados, como açúcares, conservantes e corantes.

Uma pesquisa da Universidade de Florença, na Itália, constatou que o consumo regular de grãos ancestrais reduz significativamente o risco de doenças cardiovasculares. Isso porque esses ingredientes têm alto poder antioxidante e anti-inflamatório. Também contêm vitaminas do complexo B e E e minerais como magnésio, ferro e potássio, que protegem os vasos sanguíneos.

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Da redação Cuidaí

Fonte: https://cuidai.com.br/graos-ancestrais

 

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A importância dos antioxidantes

Embora a ciência da alimentação/nutrição não seja uma ciência exata, há princípios baseados em estudos, experiências e evidências que vão servindo como guias orientadores para uma melhor alimentação com vista a uma melhor saúde.

À luz dos conhecimentos atuais, e até que se prove o contrário, os antioxidantes de que tanto se ouve falar são, efetivamente, elementos indispensáveis na nossa alimentação diária.

O que são, afinal?

São substâncias que ajudam a combater os radicais livres que se formam durante os processos celulares e que são responsáveis pelo envelhecimento precoce, por doenças cardiovasculares ou certos tipos de cancro. Quando se tem hábitos de vida saudáveis e se faz uma alimentação que inclui uma variedade de alimentos frescos, sobretudo hortícolas e frutos, há maior probabilidade de o organismo estar protegido contra esses elementos nocivos. Nesta situação, as substâncias antioxidantes que ingerimos juntamente com as que o organismo produz poderão ser suficientes para minimizar o seu efeito nefasto. Mas, com a quantidade de poluentes a que estamos sujeitos, com a alimentação desequilibrada e excessiva a que nos sujeitamos, a que muitas vezes se junta o consumo de tabaco, bebidas alcoólicas e gorduras, a quantidade de radicais livres que se forma é muito superior aos antioxidantes que o organismo consegue produzir, conduzindo ao seu excesso. No fundo, quanto maior for o número e prevalência destes fatores de oxidação, maior deverá ser a ingestão de alimentos ricos em antioxidantes.

Onde existem?

Embora os possamos encontrar na forma de suplementos, o ideal será ingeri-los através dos alimentos para obviar algum risco de sobredosagem com riscos para a saúde. No grupo dos antioxidantes encontramos as vitaminas A, C e E, selénio, zinco e polifenóis.

O vinho tinto, as uvas, o chá verde, o cacau, o azeite e as azeitonas são alguns exemplos de alimentos ricos em polifenóis. As vitaminas encontram-se sobretudos em produtos hortícolas e frutos, a vitamina A encontra-se predominantemente em frutos ou alimentos de cor amarela ou laranja e nalguns peixes e a C predomina em frutos e hortícolas vermelhos ou verde-escuros. Podemos encontrar a vitamina E no azeite e óleos vegetais e em frutos oleaginosos como as nozes, amêndoas, etc. O zinco encontra-se nos frutos secos bem como em cereais integrais e marisco, e o selénio no ovo e cereais pouco refinados.

Que porções devemos ingerir?

Para que a alimentação seja equilibrada, o que significa consumir nas quantidades recomendadas todos os nutrientes indispensáveis à manutenção da vida e da saúde, não devemos privilegiar um grupo específico de alimentos. Mais uma vez, aconselho a consulta da Nova Roda dos Alimentos para, de uma forma graficamente simples, se percecionarem as quantidades em que cada grupo deve ser consumido diariamente. A receita, no que toca ao consumo de antioxidantes, diz que, do grupo dos frutos e legumes, devemos consumir, no mínimo, cinco porções por dia, o que equivale a três peças de fruta e 200 g de legumes ou 300 g de legumes e duas peças de fruta.

O grande segredo está em variar, mesmo dentro de cada grupo! Não devemos cair no erro de privilegiar um ou dois alimentos em detrimento dos outros, sob pena de podermos vir a ter, em simultâneo, excesso de uns nutrientes e carência de outros.

 

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Escrito por Paula Veloso

Fonte: https://www.educare.pt/opiniao/artigo/ver/?id=11764

 

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